E que 2009 seja repleto de paz, harmonia e felicidades!!quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
1000 em 1
Fico impressionada como tenho várias mulheres dentro de mim, todas prontas para tomar frente.



Em outros momento sou uma aventureira:



Tem dias que estou me sentindo poderosa como a Marylin:

Outros dias me sinto gordinha como as mulheres de Botero:

Em alguns momentos sou vingativa como a Mulher Gato:

Em outros momento sou uma aventureira:

Outros sou super engajada:

E em outros sou super infantil:

Ou seja, sou como toda mulher: várias em uma!!!
Gostou da brincadeira com as fotos??!!! Então vá em http://www.faceinhole.com/ e DIVIRTA-SE!!!
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
SOCORRO!!
Caos urbano

Hoje o dia começou trevas! (como dizíamos, um grupo de amigo de faculdade, em referência às antigas interpretações sobre a Idade Média).
Cheguei na estação do Metrô – Saenz Peña, a última no sentido Zona Norte – e fiquei embasbacada ao ver a fila para entrar nos vagões atrás das catracas. Ainda havia um mar de gente na plataforma e nas escadas de acesso a ela. No alto falante, uma mensagem constante de que o trafego na Linha 1 estava sendo normalizado. Bem como meu trajeto de ônibus também é um caos por conta do engarrafamento e meu sofrimento no Metrô é curto, cerca de 20 minutos, resolvi encarar.
Esperei até conseguir chegar na plataforma e fui para o vagão das mulheres. Depois de algumas composições, consegui embarcar e lá fui eu, e mais mil mulheres, no maior aperto, desde a Saenz Peña.
E qual era o comentário geral? “Imagine quando chegar no Estácio” – estação de integração com a Linha 2. Foi ai que reparei em uma senhora, com cerca de 50 anos, muito ranzinza.
Sabe aquelas pessoas que de tão ranzinzas ficam com os lábios curvados para baixo. Pois é ela tinha a feição de reclamona mesmo e não parou de resmungar.
E gente, esta senhora não parou de prospectar o prior dos acontecimentos quando chegássemos no Estácio. Ela reclamou muito: “Aí, vão empurrar”, “Aí, não vai caber”, “Aí se eu tirar o pé do chão não volta mais”, Aí, aí, aí...
Bem chegamos no Estácio e não foi o caos esperado. Acho que uma composição extra passou antes de nós. Melhor assim.
E vocês pensam que a senhora sossegou. NÃO!!
Assim que as portas no Estácio fecharam, ela recomeçou: “Ai eu tenho pavor mesmo é da Central!” Ai, galera, eu despenquei de rir!
E ela foi até a Central (outra estação de integração, só que com o trem) reclamando. Até que antes de parar na estação ela soltou a seguinte perola: “Só espero que não quebrem minha coluna”!!!
Dessa vez o vagão inteiro riu!!!
Tem gente que vou te contar, mesmo sem querer, faz a desgraça virar piada!
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
E viva a criatividade!!!

Nesse tempo de crise, a empresa que eu trabalho suspendeu todo os custos extras, incluindo a festa de fim de ano e brindes para funcionários.
Quando todos pensaram que os ânimos despencariam, uma amiga, muito criativa propôs uma brincadeira: que todos trouxéssemos uma foto de quando éramos criança.
Com as fotos, ela fez um lindo painel, com as carinhas mais fofas e sapecas que vocês possam imaginar. E não identificou ninguém.
E, claro, foi um sucesso.
A parede onde ela prendeu o cartaz vive cheia!!
Todos dão uma paradinha para tentar adivinhar quem é quem.
A brincadeira deu tão certo que pessoas que eu sequer sabia o nome, hoje são parceiros de palpite.
A integração do setor ganhou muito.
Até um gerente que eu tinha pouco contato me adicionou no orkut!!!
E foi provado que com criatividade se vence qualquer crise!
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Que chegue logo a estiagem
Realmente esta tragédia ocorrida em Santa Catarina mexe muito com a gente.
Esta semana uma senhora de meia idade deu o seguinte depoimento:
- Eu só não perdi tudo, porque ainda estou viva.
Fiquei pensando muito nesta frase, principalmente por ter sido dita por uma pessoa além de sofrida, visivelmente humilde.
Você já pensou como fica a vida de uma pessoa depois de uma desgraça desta. Sem fotos, documentos, pertences pessoais. Isso considerando, obviamente, que ela não tenha perdido ninguém da família.
Essas tragédias são como furacões, arrasam nossas estruturas.
E o exemplo desta senhora, que apesar de tudo, ainda conseguiu enxergar um lado positivo. Coitada, deve ter visto muito vizinho ter perdido esposa, mãe, filhos. Essas sim, perdas irreparáveis.
Espero que as chuvas parem e que estes municípios recebam a atenção necessária para que todos reconstruam suas vidas.
Esta semana uma senhora de meia idade deu o seguinte depoimento:
- Eu só não perdi tudo, porque ainda estou viva.
Fiquei pensando muito nesta frase, principalmente por ter sido dita por uma pessoa além de sofrida, visivelmente humilde.
Você já pensou como fica a vida de uma pessoa depois de uma desgraça desta. Sem fotos, documentos, pertences pessoais. Isso considerando, obviamente, que ela não tenha perdido ninguém da família.
Essas tragédias são como furacões, arrasam nossas estruturas.
E o exemplo desta senhora, que apesar de tudo, ainda conseguiu enxergar um lado positivo. Coitada, deve ter visto muito vizinho ter perdido esposa, mãe, filhos. Essas sim, perdas irreparáveis.
Espero que as chuvas parem e que estes municípios recebam a atenção necessária para que todos reconstruam suas vidas.
domingo, 9 de novembro de 2008
Comédia da vida a dois

Eles namoravam há mais de 10 anos.
Além de namorados, eram amantes, amigos e companheiros. Eram tão companheiros que ela não hesitou:
_Amor, você pode comprar um ob para mim? Estou precisando e sem tempo nenhum.
_Claro, terei mesmo que passar em uma farmácia.
E seguiram nos seus afazerem. Até que ele no balcão da farmácia, muito inibido, solicitou à atendente:
_Por favor, um ob.
_Pequeno, médio ou grande, senhor?
Ele gelado, sem saber o que aquilo poderia significar, respondeu, gaguejando:
_Sei lá... para adulto!
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